Não se trata de um relato “passivo” de factos ou acontecimentos, pois o autor entra em cena, explica, contesta, argumenta, ou então provoca o leitor, suscita-lhe a curiosidade, incita-o a ler outros livros, a meditar sobre esta ou aquela conclusão. Ou simplesmente refuta teses ou versões correntes que julga infundadas.