O presente número tem como tema uma acção que os computadores banalizaram copiar/colar, mas que remete para aspectos desde sempre presentes no desenhar. A cópia é um conceito que acompanha a concepção artística desde cedo, e embora o acto de copiar, strictu sensu, apenas exista quando eu copio um desenho já feito e o imito, fazendo outro completamente igual, a ideia generalizada de que a representação copia a realidade está indissociada da ideia de desenhar do natural.