A esquizofrenia permanece ainda hoje uma patologia difícil de descrever, cobrindo-se de uma grande heterogeneidade clínica e etiológica. Em complemento aos movimentos psicoterapêuticos, que englobam as concepções psicanalíticas, sociológicas e antropológicas da doença mental, as investigações epidemológicas e neurobiológicas propõe, uma nova abordagem da doença.