Cada vez que a nossa Alma diz: sim a uma ideia, desafio ou mudança de vida, iniciamos uma jornada cujo guião se mostra universal e transversal às várias dimensões humanas. Esta não é a narrativa dos heróis que sozinhos escalam montanhas e matam dragões, mas o caminho dos simples, dos heróis do quotidiano, que de cada vez que dizem sim ao chamado da alma e completam as 12 tarefas cíclicas, tecem e restauram o tecido lacerado da nossa identidade cultural e anímica. Através de uma narrativa mito-poética, a autora celebra com a sua escrita intimista, a essência daquilo que simboliza a palavra Humanidade.